#Heptasemfax: 7 vezes campeão brasileiro, todo poderoso timão!

Sem fax, tudo dentro de campo, na bola, no jogo jogado como o lambari foi pescado, o porco caçado e outros bichos destroçados.

Por Silvio Junior 

Sete. Esse número místico que acompanha a nossa história.

A data mística de mil novecentos e setenta… e sete.

O ano do calvário de dois mi… e sete.

Nunca foi fácil, sempre foi difícil.

Da origem, da raiz operária, dos perreios com a elite que tentou nos expurgar das disputas, dos anos de sofrimento na fila, mas cada lágrima, cada momento de tristeza, cada noite mal dormida, apenas fez aumentar a nossa paixão e a nossa torcida.

Do Campo do Lenheiro a Arena Corinthians, passando pela Fazendinha e o Pacaembu, da invasão ao Maracanã, ao Salão de Festas no Jardim Leonor e a Yokohama, a cada vitória, a cada derrota, a cada ídolo que saia e a cada novo jogador que chegava, anos de luta, anos de glórias.

Nunca foi fácil, sempre foi difícil.

Respeite quem pode chegar
Onde a gente chegou.

De desacreditados, execrados, desmerecidos e prejudicados. Das lambanças fora de campo, da falta de grana, das incertezas, muitas dúvidas e até da indiferença.
Nunca foi fácil, sempre foi difícil.

Mas,
Respeite quem pode chegar
Onde a gente chegou.

Dos moleques do terrão, dos que foram forjados do terrão, dos gringos, que mesmo diante da má fase, das cobranças, souberem dar a volta por cima, superando os obstáculos, pondo sorriso no rosto dessa gente brava e guerreira.

Do comandante que chegou no sapatinho, no pianinho, prometendo apenas que teríamos um time organizado e abençoado por Deus, jogo a jogo, foi conquistando pontos, jogos e a confiança da torcida.

Respeite quem pode chegar
Onde a gente chegou.

E a gente chegou muito bem, sem desmerecer ninguém. Enfrentando no peito um certo preconceito e muito desdém.

De quarta força (que bobos, ah que bobos!) ao maior do Brasil pela sétima vez.

Na imprensa, tá chovendo de gente que fala de futebol e não sabe o que diz.

E a nossa torcida.

O que dizer da nossa torcida?

Aquela que nunca abandona. Aquela que diz que quando o Corinthians joga ela vai estar lá. Não importa a distancia, custe o que custar.

Que coloca 32 mil num treino e que se deixassem, seria 50, 100 mil.

Num treino.

Nossa Arena. O palácio de mármore. O palco da abertura da Copa de 14, ainda um tanto distante do povo, mas que repousa ali, no solo sagrado da zona leste, em Itaquera querida. O orgulho da Cohab.

Por isso vê lá onde pisa. Respeite a camisa que a gente suou. Respeite quem pode chegar onde a gente chegou.

E quando pisar em Itaquera, procure primeiro saber quem eu sou.
Respeite quem pode chegar onde a gente chegou

Parabéns, Fiel.

7 vezes campeão,mais um pôster na coleção, isso ninguém nos tira.

Não é pra qualquer um.

Respeite quem pode chegar
Onde a gente chegou.

V A I C O R I N T H I A N S
#HEPTASEMFAX

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